24 de jun de 2017

Sete coisas invisíveis na vida de uma professora

Dando aula sobre a obra “A representação do eu na vida cotidiana”, de Erving Goffman, sempre me sensibilizo com o exemplo das enfermeiras. O autor utiliza essa profissão para ilustrar um tipo de atividade que precisa encontrar estratégias para tornar seu trabalho visível, já que boa parte de suas tarefas e habilidades técnicas passa despercebida pela maioria das pessoas.
Me espanta que o Goffman não tenha usado o caso dos professores, esses seres que só parecem trabalhar quando estão diante de alunos numa sala de aula, algumas horas por semana. Opa, que beleza de emprego, né? Só que não! Aquela horinha diante dos estudantes é uma ínfima parte de trabalho na representação cotidiana da nossa vida.
Para sanar esse problema, aí vão os bastidores da vida de uma professora, atividade que adoro exercer, mas que me faz acordar todos os dias pensando: como vim parar aqui?
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Texto completo em: 
Kuschnir, Karina. 2017. “Sete coisas invisíveis na vida de uma professora”, Publicado emkarinakuschnir.wordpress.com, url: http://wp.me/p42zgF-2lk. Acesso em 24/06/2017.

3 de mai de 2017

AVISO: o blog vai mudar

A perspectiva do blog vai mudar. Talvez demore um pouco, mas vai ter um tom mais pessoal e menos informativo.
A parte objetiva e informativa vai ser transferida para outro local que vai ser divulgado, logo fique acessível.
Grata!
Cris