22/07/2011

Lendo "Teoría General de la Interpretación Interíngüe"*, de Sergio Viaggio 1

Me deparo com "los textos orales nunca son anónimos".
Orais, orais, orais, podem ser, quando não é uma voz conhecida ou quando não colocam crédito para os tradutores/dubladores.
Agora, os textos sinalizados, estes sim NUNCA são anônimos. E isto, pra mim, tem muitas desvantagens. Principalmente para quem pesquisa: como manter a identidade dos informantes em anonimato? Já vi pessoas "copiarem" a sinalização de outra em uma pesquisa, mas, convenhamos, não é a mesma coisa, perde-se toda uma caracterização particular contida nos movimentos, expressões, proxêmica, etc.
Por isto mesmo, não mencionar uma intérprete de língua de sinais (ILS) é mais vergonhoso ainda para quem organiza um evento ou faz um programa ou apresentação pública. Temos a presença, a corporeidade de uma pessoa e que é totalmente apagada, escondida, colocada em uma cela para que não deva ser vista.

Reflexões, reflexões...

VIAGGIO, Sergio. Teoria General de la Mediación Interlíngüe. Alicante: Publicaciones de la Universidad de Alicante, 2004.

1 comentários:

  1. Leal o su post. a mesma coisa , eu me questõnei... a mais pura "Observator paradox" Laboviana. Numa pesquisa que participei, eu trenei a Surdos para que eles copiaram as sinais.. mas não é a mesma coisa.

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